Nossa influência no Mundo

Já pararam para pensar que tudo que fazemos tem um impacto nas pessoas que estão a nossa volta? Qualquer pessoa que veja nossos atos será influenciada de alguma maneira por eles.

Uma cena que vale a pena ser descrita: dentro do ônibus, duas meninas nos seus 9 ou 10 anos, pediram para a cobradora deixá-las passar por debaixo da catraca. Eram obviamente pobres e não tinham como pagar a passagem. Até aí, nenhuma novidade: no Brasil temos pobreza nesse nível. A surpresa adveio dos olhares das pessoas que estavam atrás delas e que pagaram suas passagens. Reprovação, mau-humor, impaciência, para dizer o mínimo, foi o que se leu nas faces daqueles cidadãos irritados.

Onde foi parar a empatia e a compaixão nos nossos dias?

Imaginei como gestos de generosidade impactam a vida das pessoas assim como gestos de malícia e reprovação. Crianças estão ainda mais propensas a maledicência e desprezo que venha de outros. Naquele momento ponderei em como seria o futuro daquelas duas garotas que pediam um favor e recebiam reprovação de vários adultos em torno delas. Como repercutiria essa ação sobre a personalidade delas?

Lembrei de todas as pessoas que me apoiaram e recriminaram durante minha vida e no possível impacto que suas ações tiveram na formação da minha pesonalidade. Fui sortuda no tocante ao apoio ou não que tive. Fui forte para repelir as maldades e desconsiderar influências negativas na época. Mas nem todos tem essa atitude.

E inverti a situação me colocando no papel do adulto que acolhe ou rechaça, que concorda ou repele. Percebi imediatamente que a satistafação em acolher e concordar é muito mais confortante do que o oposto.

A humanidade passa por um momento muito especial, onde nos separamos por aparências ou local de nascimento. A importância de unirmo-nos com o outro perdeu sua relevância e tornou-se algo para se “tirar vantagem”.

Um olhar um pouco fora do nosso próprio umbigo permitiria entender que crianças filhos de outros adultos também serão cidadãos num futuro próximo e circularão no mesmo espaço físico das nossas crianças. Serão todos um. E eles também impactarão outras almas em formação. E é um ciclo sem fim: boa influência gera bons adultos, influência maldosa gera adultos inseguros ou agressivos.

Teremos que cuidar de nossas reações continuamente? Sim.

Teremos que observar nossos atos com estranhos? Sim.

A constante autoavaliação nos levará a uma civilização muito superior, onde compreendemos a situação alheia sem julgamento ou comparação à nossa própria existência.

Estar consciente de que influenciamos todos ao redor nos obriga a avaliar nossos atos e ponderar nas consequências desses mesmos atos.

Boa vida.

 

 

 

 

 

 

 

 

Coerência

 

Refuto a ideia de fórmulas milagrosas e “Os 7 passos para uma vida saudável” simplesmente porque  não funciona para todos. Mas o que funcionaria para todos? Afinal, somos uma raça.

Somos todos humanos com individualidades biológicas. Irrefutável conclusão. As individualidades nos fazem únicos e o “gosto” por certas coisas entra aqui: cores, atividades físicas ou mentais, caçadores ou agricultores – para citar algumas poucas diferenças entre nós. A história da nossa espécie nos mostra essa obviedade.

O que de comum serviria para toda a humanidade, então?

Todos, sem exceção, queremos FELICIDADE. E a qualquer custo, para nossa desgraça.

A busca da felicidade nos colocou num caminho cego: baseamos a satisfação de nossos 5 sentidos como plena felicidade. E não é! Felicidade é algo mais simples e merece um outro artigo.

O que nos resta nesses dias tumultuados?

Coerência: satisfaz plenamente; é uma missão de vida nobre; enalte-se a alma.

Contradizemos nossas ideologias constantemente: sabemos que comer açúcar faz mal, mas aceitamos um docinho por dia; não gostamos de ruas sujas, mas jogamos o papel da “balinha” no chão; odiamos a política atual, mas aceitamos votar em parente de amigos. Estamos muito contraditórios. Há quem aceite a contradição como característica humana. Vou além: contradizer-se é não saber o que se quer realmente: quer ser descompromissado e jogar lixo onde quiser, mas odeia rua cheias de papel e copos de plástico! Observemos que é incompreensível essa atitude.

Nos dias atuais, onde se mata indiscriminadamente o outro por uma crença particular, temos uma tábua de salvação: a coerência.

Você que já alcançou essa compreensão, seja coerente.

Vou listar (não se guie por todos os itens, você é único, lembra?):

*Acha que obesidade é terrível: coma APENAS saudável. Não existe ÀS VEZES PODE comer produto industrializado, é NUNCA PODE. Busque outros prazeres, alimentar-se nunca foi prazer. Repense suas prioridades.

*Fofoca incomoda quando é sobre você?  Por que falar sobre a vida dos outros, então? Mude o assunto, deixa a fofoca morrer em você. Observe o que te agrada conversar. Se necessário, mude seu gosto.

*Considera um absurdo a corrupção e a lavagem de dinheiro dos políticos? Basicamente são pessoas querendo ser mais espertas que outras, passando por cima de interesses coletivos para alcançar interesses pessoais. Quantas vezes evitamos a fila de carros no trânsito e passamos na frente de todos numa atitude egoísta?

Nossas atitudes perpetuam exemplos para os demais e isso remete à um ciclo sem fim. Tem que morrer em nós esse “jeitinho brasileiro”. É feio, mesquinho, egoísta e primitivo esse hábito.  Antagonicamente, nos regozijamos de nossas proezas de malfeitos e vinganças mesquinhas, e consideramos coitados os que sofrem por abuso; consideramos racismo uma praga na história da humanidade, mas dizemos que era boa pessoa “apesar de ser negra”.

Essa contradição pode ser corrigida e deve ser exterminada na raiz.

Estamos à beira de uma Terceira Guerra Mundial devido à falta de coerência: o presidente americano descendente de alemães e casado com uma estrangeira é contra refugiados estrangeiros! Maior incoerência não há!

Repensemos por um momento sobre nossas incoerências. Provoquemo-nos por um instante e reflitamos honestamente quantas vezes nos desculpamos por nossas escorregadas antiéticas. Deixemos de lado as desculpas pela nossa educação e genética por sermos incoerentes: encaremos com honestidade nossos pontos a melhorar e vamos mudar a maneira de pensar.

Se não houver questionamento, não há evolução. Se não houver evolução, tudo permanecerá exatamente como está. E como está, sabemos que não é mais tolerável.

Observe.

Reflita suas ações.

Mude imediatamente.

Boa vida.

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Prazeres

Os prazeres do corpo.

Penso muito nisso e não é de hoje…

Vivemos apenas para isso, podemos até negar; enobrecemos o prazer com formato de caridade e desapego, entretanto a verdade é inquestionável: vivemos para sentir prazer.

Diante do inefável destino, pensemos mais profundamente sobre ele. Em que condições podemos sentir nossos prazeres e não nos sentirmos culpados ou nos tornarmos vítimas da sociedade?

Prazeres existem para serem satisfeitos, pensam alguns. Até que ponto sentir o prazer do sexo ou o prazer do paladar não vai nos levar a doenças irreversíveis? Existem estudos que provam que o cérebro se acostuma com certos níveis de prazer e caso queiramos sentir de novo, teremos que aumentar doses para que tenhamos prazer novamente. Ou, podemos mudar de prazer. Soa como um círculo sem fim…

Existem também os que afirmam que os prazeres existem para serem refreados. Infelizes, invejosos e perversos, os que reprimem os sentimentos de obter prazer acabam enxugando gelo a vida toda… E não se tornam melhores. Desperdício vão, eu diria.

Monges se limitam a ter alguns prazeres. Obviamente, não têm nossos prazeres carnais, nem comem fatias de pizza virando os olhos! Entretanto, alcançaram níveis de compreensão do próprio corpo e da nossa Criação que sentem prazer sim, em meditar e descobrir a Verdade verdadeira!

Certo, e o que nos resta, a nós pobres mortais, sujeitos à audição deturpada, à visão limitada, ao paladar estragado, ao toque violento?

…………Apreciar o sutil.

Aprecie o sutil na sua vida.

(-Marciaaaa, to entendendo nadaaaaa.

– Sim, porque falta a sutileza. Eu sei, sem exemplos não vai, calma.)

Exemplos:

  1. Para quem tem filhos pequenos: além de chorar e sujar as fraldas num looping infernal, eles fornecem momentos encantadores (e enchem de orgulho os pais – bingo, prazer apitando!). Quando estão dormindo, fazem caretas incríveis e indecifráveis; quando aprendem algo novo e percebem é extraordinário de se assistir. Quando aprendem a abraçar e beijar é uma grande emoção.
  2. Sentir água: Tomar banho (para quem toma, é claro!) – Jogamos fora a oportunidade de sentir enorme prazer no banho. Mantenham a mente limpa! Sentir água tocando a pele é de uma sutileza tão grande que a mente toma conta e resolvemos problemas, brigamos com pessoas e matamos o chefe umas 4 vezes durante o banho! Que perda de tempo. Foque na pele, sinta a temperatura da água, desligue esse maldito cérebro por 5 minutos e conecte com o prazer do toque e do som d’água.
  3. Comer é um prazer muito perigoso, cria vícios agressivos à nossa saúde e enriquece a indústria de quem não está nem aí para você. Repense esse prazer milhões de vezes antes de comer algo porque está sem fazer nada e quer se distrair. Se for quase impossível, permita-se uma vez por mês enfiar o pé na jaca. Uma vez por mês apenas desse prazer, e, reconecte-se com os outros prazeres.
  4. Ir ao parque observar pessoas estranhas. Parece coisa de “stalker”, eu sei, mas é apenas pura observação, sem desejar ou invejar ninguém, presta atenção! Essa atividade é interessante, pois te posiciona dentro da humanidade, já que somos todos iguais e somos diferentes também nas nossas individualidades. Observe como elas andam, como e o que falam, como tratam seus acompanhantes, seus humores, quem anda sozinho, quem lhe observa observando. Parece doido, mas é sutil e vai lhe proporcionar um prazer inofensivo e saudável. Não vale levar coisas para comer ou beber junto (se for água, pode…rsrsr).
  5. Música. Lógico – música!!! Escolha aquelas que te fazem sentir melhor, mais forte, mais belo, mais você. Prepare-se para ouvi-las: um ambiente preparado é tudo de bom.

 

Observaram que não misturei prazeres? Overloading o sistema de prazeres dará aquela sensação de não saciedade constante que citei no início. Nunca estar satisfeito é muito triste. Crie um dia e uma hora para as atividades e seja pontual.

Outro detalhe: pensar que outras pessoas podem lhe dar prazer pode vir a ser uma grande frustração. O que vai na cabeça do outro, está na cabeça do outro. Impossível controlar isso. Se acontecer o prazer, fantástico, mas não conte como a única forma de prazer possível. Tudo muda um dia, mas você estará sempre lá para você mesmo. Conte com sua vontade de viver bem.

Permita-se.

É possível ter prazer saudável.

Observe mais.

Julgue menos.

 

Boa vida.

ilhabela

Um pouco de ironia

Como saber se você está massificado? Como saber se seus pensamentos pertencem a você ou se você está sendo manipulado?

Esses momentos de pensamentos puros acontecem sempre que faço alguma atividade que não gosto: passar roupa é uma delas. De alguma maneira deixo meus músculos, bem treinados, trabalharem e simplesmente saio dali e me perco em pensamentos sensacionais!

Hoje foi um desses dias: chovendo, aquela pilha de roupa me olhando (- Quanto tempo mais ficaremos aqui, hein, Marcia?!) e decidi encarar o ferro. De imediato, evadi…

Uma ideia me ocorreu: como sabemos que estamos tendo ideias nossas ou se estamos apenas repetindo alguma sugestão de propagandas que vimos na TV ou na Internet?

(Mais uma camiseta branca? Qual é o problema desse homem?)

A resposta veio como o raio que caia a distância: sua ideia muitas vezes não combinará com a da maioria das pessoas. Se você concorda e repete notícias e informações coletadas na internet ou TV sem questionar, você já era, seu cérebro foi pego por alguém mais esperto que você.

Exemplo: Se um repórter lhe perguntasse na rua: O que mais lhe desagrada nesse planeta? O que você responderia? Muitas pessoas diriam:

  • O limite de velocidade – 50km/h – é ridículo;
  • Imigração é daninho para uma nação;
  • A chuva atrapalha o trânsito;
  • Deveriam fazer mais sapatos número 34, pois eu não tenho o que calçar;
  • Acho que deveriam matar o Donald Trump. Ele tem cara de mau;
  • Acredito que devemos manter e lutar pelo Carnaval de rua, pois é fundamental para a cultura brasileira;
  • Aumentar o valor da passagem de ônibus é um ultraje!!!!

Essas respostas mostram claramente que você está pego pela manipulação, desculpe aí amigo/a se apertei alguma ferida. Leia atentamente e veja o grau de importância para as pessoas agora e no futuro e como essas respostas só visam o próprio umbigo de quem as respondeu! Que importância têm a bosta da velocidade? Você vai ficar preso no trânsito de qualquer jeito, em qualquer cidade do mundo, tendo ou não uma Ferrari! Pensa aí…

Vou encurtar essa história: sabe o que deveria realmente incomodar morar nessa 3ª. pedra depois do Sol? Transportar-se. Ter que atravessar tempo e espaço para ir logo ali. Usar “meio de transporte”, (coisinha primitiva) para deslocar esse amontoado de células.

Isso sim, incomoda nesse estágio desse planetoide!

(Acabei de passar roupa, piiii, fim da comunicação…)

O próximo passo da evolucão humana

Meta Humanos

O que é um meta humano?

  • Um humano que atingiu um grau de compreensão que nenhum outro atingiu. Ama todas as criações do Todo, sente a Parte do Todo dentro de si, utiliza seu conhecimento do Universo para ajudar a todos.
  • Esse ser já superou todo o karma registrado na sua existência (todas as vidas) apenas perdoando-se a si mesmo e aos outros e ajudando a todas as pessoas que a ela vierem.
  • Não fica doente.
  • Nada teme.
  • Controla seus pensamentos pois sabe que cria o que pensa.
  • Controla suas emoções pois entende o drama da Humanidade.
  • Emana Paz, Harmonia e Força.
  • Não se deixa enganar pelas ilusões da ganância e das posses e detém grandes fontes de fortuna sem se render a elas.

Extraído dos escritos do Prof. Hélio Couto.

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Somos a única espécie que precisa de Inspiração.

Os Reinos Mineral, Vegetal e Animal cumprem suas obrigações sem questionamentos, sem dramas e sem precisar de motivação, já pararam para pensar nisso? O Reino Humano, por sua vez, carece de “motivo”, “inpiração” ou de algo para empurrá-lo para frente no seu processo criativo e evolutivo.

Já conversamos nesse blog sobre a dificuldade de aqui estarmos nesse espaço/tempo e precisamos sempre considerar essa dificuldade como um obstáculo precioso e necessário dessa existência, entretanto, nosso tema hoje é de quanta inspiração é realmente necessária e o que seria essa inspiração.

Uma musa, uma paisagem, um sentimento inicia o processo inspiratório, basta observar as músicas, poemas e obras de arte que são criados desde muitos milhares de anos pela humanidade. O que “estala” dentro de nós para que a inspiração gere uma obra?

Todos nós, num certo nível de dedicação, podemos e devemos inspirar quem nos cerca. Precisamos sair da vitimização crônica e dedicarmo-nos a inspirar os demais e esses, após inspirados por nós, inspirariam outros do seu convívio e essa rede de inspiração seria abrangente e eterna. E não é assunto de filme ou ilusão sobre um mundo ideal e perfeito, experimente você mesmo: inspire seus filhos e eles inspirarão outros na escola e no círculo de amigos. Fácil de comprovar, faça o experimento você mesmo!

Como inspirar alguém quando não nos sentimos completos nem perfeitos?

É compreensível que os cidadãos de muitas cidades, se não todas, sintam-se enfraquecidos nas suas personalidades e sem força para inspirar, buscando apenas sobreviver outro dia… Muito esforço se tem dedicado da parte da liderança de todos países para achatar nosso caráter e diminuir nossa energia pessoal, e, tristemente, sucesso tem sido alcançado na maioria dos humanos por esses líderes. Mesmo sentindo-se pequeno e desempoderado, qualquer um pode inspirar o próximo e promover um momento de iluminação e clareza de pensamentos para quem precisa. Olhe em volta e perceba quantos ao seu redor precisam de um: “Você consegue!”, ou talvez apenas um tapa nas costas e um sorriso. Gestos de empatia são fáceis de entregar e causam nenhum desgaste na nossa rotina diária, tente.

Somos treinados incansavelmente para o negativismo e embrutecimento. E aceitar esse treino não nos modifica verdadeiramente, pois nas profundezas do nosso ser somos conectados uns aos outros e temos compaixão de sobra para distribuir para os que nos cercam. Na dureza da rotina diária e na luta para viver nossos 80 e poucos anos, há sempre espaço para inspirar alguém: pequenos atos, alguns sorrisos, uma palavra fazem diferença em qualquer lugar. Você consegue! 🙂

Experimente:

  • Dizer bom dia para estranhos;
  • Sorrir mais;
  • Elogiar (esse é difícil, só vemos defeitos…);
  • Dizer mais: “Lindo o que você fez!”, “Parabéns!”,”Perfeito.”
  • Aprovar com um aceno de cabeça (parece insignificante, mas é devastadoramente acolhedor para quem o recebe!);
  • Encha de ‘sim’ seu diálogo e abandone o ‘não’ no início de frases;
  • Agradeça gestos que vêm ao seu encontro.

Perdoe-se

Inspirar é também um ato de auto-perdão. Não pense muito, apenas perdoe-se. Aceite seus erros e compreenda que eles ficaram no passado, você querendo ou não. Pare de alimentar mentalmente o que passou. Olhe para frente e veja uma página em branco, pronta para ser preenchida com o que você desejar.

Inspirando um pouco ao dia, deixamos pegadas maravilhosas que se projetarão pela eternidade e criarão um corrente de amor e respeito entre aqueles que fizerem parte da sua rede de inspiração.

Grandes mudanças iniciam-se por pequenas ações.

Acreditemos na semeadura.

Quem você vai inspirar hoje?

MN

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Somos corruptíveis?

Muitas populações protestando nas ruas, contra seus líderes, corrupção, sistemas de governo, pobreza e inúmeras “coisas erradas”. A insatisfação chegou à níveis insuportáveis e as pessoas estão gritando sua raiva.

Todas essas manifestações provocam pensamentos e reflexões sobre os caminhos da humanidade. Caminhos esses que evoluem a passos lentos…

“Apenas a mente que não se magoa pode amar verdadeiramente.” Palavras de Krishnamurti sobre o Homem e suas reações ao mundo exterior.

O pensamento profundo sobre a natureza humana permite concluir que sempre que nos magoamos, somos cegados pelo ego e raiva. Será, então, que toda essa revolta mundial é porque nos magoamos com algo?

Aqui no Brasil é comum ouvir – Morra esse ou aquele indivíduo! Que sentimento é esse de mágoa que faz com que desejemos a morte de um líder político?

Aprofundando

O que queremos é bem óbvio: fim da corrupção, mais justiça na sociedade e uma vida mais confortável para nós e nossos queridos. Se não temos essas condições, protestamos. Tudo bem claro. Uma análise mais enraizada do problema faz aflorar outra questão: estamos numa cruzada contra a corrupção. Aqui e em várias partes do mundo. Mais aberta ou veladamente, muitos países se manifestam.

A revolta, entretanto, tem raiz na mágoa interna e não no intuito de melhorar as condições de vida de todos os cidadãos. Ao protestar contra a corrupção, estamos protestando contra o outro, sem enxergar com exatidão nossa contribuição para esse estado de impunidade que chegamos.

A realidade? Somos uma civilização corrupta, que gosta de matar e separar. Existem indivíduos que não são assim? Claro que há! Entretanto basta olhar a história de mil anos da humanidade e a de hoje e pasmar com as semelhanças que ainda persistem nos nossos “modernos” dias. Guerras e mais guerras, determinadas por mimos de reis sociopatas ou gananciosos pelas terras alheias. Hoje temos Israel contra Palestinos, Rússia que invade Criméia, Mar da China disputado a tapa. Antes, Romanos invadindo “terras bárbaras” (eles eram supercivilizados, certo?), Geijis Khan, Napoleão Bonaparte, Hitler, a lista é vasta… E a corrupção sempre rondou todos as civilizações, desde vilarejos até castelos; de pobres à ricos. Separatismo é incentivado e financiado por todas as instituições políticas e religiosas desde o início dos tempos, simplesmente porque alguém se julga melhor que outro.

Fazemos parte dessa civilização, é impossível negar. Estamos imersos nessa ideia de corrupção, matança e separatismo. Há uma semente desses três defeitos dentro de nós, podemos deixá-la crescer ou não.

Ao aceitarmos que temos defeitos, passamos a pensar no porquê da revolta com a corrupção. Talvez porque os corruptos não estão dividindo o “pão” apropriadamente? Ficamos sem vantagem?  Não estamos aproveitando a vida como eles? Ou simplesmente por que não aceitamos a ideia de termos defeitos assim como eles?

É fato: acreditamos em contos de fadas! Acreditamos em Cinderela, na Frozen, nos Três Porquinhos e na Branca de Neve. Pronto. A culpa é da Walt Disney!

Cremos que os maus devem ser punidos ou mortos, como matamos o lobo malvado. Acreditamos que os bons vencerão e terão uma vida linda, rica e feliz, como a Cinderela que se casou com o príncipe. Aprovamos os protestos contra a Rainha Má que fez um péssimo reinado, assim como vamos às ruas contra ou a favor de políticos.

A solução é essa? Nos contos de fada, a estória termina quando a felicidade acontece. Na nossa vida, isso não ocorre. Entra Rei, sai Rei e tudo continua igual. Cai presidente, ditador é morto e nada muda. Observem a nossa história: a corrupção, a matança e o separatismo continua! Alguns poucos exemplos: Czar russo é morto pelos cidadãos – a Rússia está decadente. Ditador líbio é morto pelo exército – a Líbia está abandonada, sua população atravessa para a Itália. Derrubamos a ditadura brasileira e fizemos o impeachment do Collor – Brasil continua corrupto. Não tem escapatória: humanos são assim e não há mudança à vista.

Sofrer para sempre? Revoltar-se mais ainda? Matar mais? Brigar mais? Ficar passivo? Isolar-se? O que fazer?

Enxergar. Auto avaliar-se. Mudar. Ser o exemplo.

(Na minha mente uma cena gravada: minha mãe devolvendo uma carteira gorda que achou no balcão de doces das Lojas Americanas para a caixa e eu e meu irmão assistindo pasmos. Tínhamos pouquíssimo dinheiro na época a carteira estava cheia dele…)

(Consigo sempre ser a melhor de mim mesma? Não. Tento o tempo todo ser o melhor de mim, e ainda erro. Questiono atos. Abandono crenças. Outras falhas surgem, acabo com essas também; sem apego, sem mágoa. Outras vêm, desconstruo mais. Enxergar é a única saída)

Aproveitar o momento turbulento e fazer a viagem interna; descobrir por que sentimos  raiva dos políticos e afins; identificar nossa corruptividade e modificá-la em generosidade; perdoar nossa ignorância e crescer.

Somos capazes e podemos evoluir.

Enxergar é preciso.

 

Pensando sobre a necessidade do ser humano de pertencer a grupos.

Muito ocorre no mundo atualmente nas áreas política e financeiras, afetando a vida de muitos cidadãos em vários países. É o momento de pensar sobre os acontecimentos sob um prisma mais abrangente.

No tocante a assistir multidões participando de protestos, reclamando decisões, clamando por mudanças na política dos países, naquele exato momento que estão todos gritando na rua, tenho um sentimento de que algo está muito errado. Aglomerados de pessoas não são movimentos espontâneos, acontecem por necessidades não preenchidas, por sobrevivência ameaçada, por desespero algumas vezes. E o mais interessante: são passíveis de fácil manipulação quando nesse formato. E por serem manipuláveis, oferecem mais perigo do que um governo mal compreendido ou corrupto (escolham o que lhes apraz). Explico: cem pessoas juntas jamais, repito, jamais pensariam da mesma maneira ou desejariam o mesmo em nenhum lugar do planeta a não ser que fossem levadas a tal. É nossa natureza: somos diferentes, contraditórios, diversificados ao extremo. Fácil exemplo: sua família – muito diversos, certo? Como e em que hipótese milhares de pessoas se agrupariam para protestar sem que estivessem condicionadas, manipuladas, direcionadas por alguma instituição ou jogo de poder? Brada-se: Liberdade! E eu pergunto – onde?

Nas mídias sociais criticam-se os “em cima do muro”. E, facilmente se tornou algo execrável. A pergunta que cabe aqui é: se seus ideais não combinam com os de nenhum grupo disponível, há de se espremer conceitos e sonhos para caber nos ideais do grupo? Por que precisamos de um grupo?

A sociologia explica que precisamos do grupo para sobreviver e evoluir. O grupo proveria motivação e disposição de prosseguir na vida. Na sociedade moderna precisamos de mais que motivação e disposição: precisamos de aceitação. Nossa sobrevivência não se encontra tão ameaçada quando nos tempos do homem primal e percebemos que a necessidade de aceitação que tem o indivíduo pelo grupo reflete insegurança e/ou ego inflado. Fato muito comum e previsto em Jardins da Infância!

Muito comum nas cidades espalhadas pelo mundo, seres adultos com tamanha necessidade de aceitação que recebem docemente a “lavagem cerebral” feita por grupos diversos com interesse puramente financeiros para alimentar suas carências. Indústria alimentícia usa imagens de pessoas felizes comendo seus produtos comprovadamente prejudiciais à saúde humana; indústria de armamentos incitando grupos radicais e guerras em todo planeta para vender mais e mais bombas; indústria farmacêutica divulgando medo e insegurança (como se já não tivéssemos!) sobre nossa saúde e garantido resultados em remédios que além de não curar, intoxicam as poucas células saudáveis; indústria da telecomunicação brincando com nossa carência e ego sem nem corar… A lista é abrangente e arrematada com corruptos em todo canto da Terra facilitando a ação daninha desses grupos que não enxergam o que são: parte de todos nós.

Visão pessimista? Talvez. Diria realista, nua, despida de crenças e medos.

Há solução? Krishnamurti na década de 80 dizia que a única saída é enxergarmos a verdade. Apenas enxergarmos. Já bastará para discernir o que parece óbvio (afinal estão todos na rua gritando o que queremos – ou alguém quer…) do que é real.

Observa-se pessoas mais animalizadas do que nunca. Já não bastassem os times de futebol, o racismo contra grupos diferentes, pobres contra ricos e vice-versa, agora temos o grupo da política nos fazendo odiar uns aos outros. A quem interessa essa separação? Queremos fazer parte dela? Queremos mesmo odiar e xingar essa ou outra figura que muitas vezes sequer conhecemos? Que notícia é real? Ouvimos só o que queremos ouvir? Estamos sendo manipulados? Questões para refletir.

Pertencer a um grupo não é essencial na sua vida, acredite. E separar-se não quer dizer isolar-se ou endeusar-se. Respeitar as suas ideias é essencial. Respeitar-se. E observar a ideia do outro, que às vezes se exalta para expressar uma opinião, é muito importante. Alguns são mais inflamados ao se expressar, sem problema. Afinal o que ele pensa é problema dele, certo? Ou você ainda se ofende quando alguém pensa diferente? Essa é sua real reação ao outro? Quem ensinou isso a você? Pense…

Concluo com uma pretenciosa lista:

O objetivo de nossa existência é:

  • Enxergar a Caixa que tentam nos aprisionar. Chute-a e inicie uma aventura sem ela.
  • Enxergar se nosso relacionamento com o outro nos afeta e quanto. Podemos gentilmente reconhecer quem somos dessa maneira.
  • Enxergar nosso tamanho dentro de um Universo infinito. Essa compreensão é muito prazerosa. Amedrontante inicialmente, mas deslumbrante.
  • Enxergar a importância de votarmos em dirigentes que nos levem a Paz. Essa ação evitará confrontos com familiares e vizinhos.
  • Enxergar que somos todos um.

 

Boa vida.

 

MN

As diferenças eram para ser mais fáceis de lidar?

😊Maturando a existência😐

As diferenças eram para ser mais fáceis de lidar?

Temos dois pesos e duas medidas. É humano. Inerente à nossa existência terráquea.

A prova dessa afirmação aconteceu hoje à tarde, diante dos meus olhos, numa conversa despretensiosa entre uma mulher e eu.

Falávamos sobre a tirania religiosa que abala todas as épocas, povos e crenças: religiosos convictos de suas doutrinas tentam incansavelmente atrair mais adeptos para suas próprias religiões: falávamos da inconsequência dessa tarefa e de como não cria a FÉ propriamente dita, e sim, através do medo à Deus, consegue-se arrebanhar mais e mais fiéis às igrejas abarrotadas; de como é importante viver aqui, inúmeras vezes (como é nossa crença) para limpar e acertar os erros do passado e permitir uma evolução para planos superiores. Tudo lindo e a teoria se encaixava bem nos exemplos que citávamos. Quando, de repente um incidente na rua mudou o tema da conversa para: “Esse traste de pessoa deve morrer!” “Ele queima lixo na rua!” “Não presta para nada!” Aturdida, questionei a mulher: “Mas, e a nossa conversa sobre a chance de reencarnar e evoluir? Esse senhor da rua também não tem chance de ser melhor? E se ele tem o direito, como o fará se não for vivendo como nós?” A resposta, como um raio, veio assim: “Ah, você pensa diferente…”

Entendi esse fato há alguns anos apenas, devo admitir. Os estudos sobre Física Quântica e experimentos afins me fizeram enxergar como somos diferentes e iguais, ao mesmo tempo.

Vamos pensar juntos: nossos corpos são feitos de tecidos, que são feitos de moléculas, que por sua vez, feitos de átomos e pára por aí. Tem muito mais, mas vamos pensar no nível atômico apenas. Esses átomos se unem fazendo elementos. Mais elétrons na órbita dos átomos causam uma frequência diferente, surge então um elemento diferente. Simples assim. Temos, moléculas de Hidrogênio, Oxigênio, etc. Pensando no ser humano como um aglomerado gigante de átomos, me responda: que diferença tem seus átomos dos átomos da Beyoncè? Ou os da Beyoncè e os do Putin? Ou os átomos do Putin e os do homem que mora embaixo da ponte? Percebe que se tomarmos amostras de átomos dessas pessoas citadas acima e as colocarmos no microscópio não haverá diferença alguma entre elas? As amostras de átomos serão idênticas… Hidrogênio, carbono, ferro, etc, todos iguais nas amostras.

E agora? Sou igual ao homem que mora embaixo da ponte? Espera, sou igual a Beyouncè? Atomicamente falando, sim! A questão é: conseguimos sentir essa igualdade? Claro que não! Eu tenho carro e passo perfume, enquanto  você nem toma banho, ou é dessa ou daquela etnia, ou sua cor é diferente da minha!

Salientamos a diferença quando nos apraz. Essa ambiguidade é, na minha opinião, a questão mais difícil de se desapegar nesse momento planetário.

Como a opinião da mulher com quem conversava anteriormente: algumas pessoas “podem” evoluir e outras não! Como se fossemos nós a decidir isso, e pronto! 😛

Esse ponto de sermos iguais, esclarecido, vamos ao oposto: não somos iguais coisa nenhuma! (blog de Pisciana é assim: opiniões para os dois lados, como o signo astrológico!)

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Como podemos ser iguais “molecularmente” e tão diferentes por fora? Esse tema se relaciona com o anterior (Por que vivemos aqui?) e está intrinsecamente relacionado com nossa vontade de evoluir.

Todos querem evoluir, certo? Eu respondo que não. A ideia difere da mulher que recrimina quem a incomoda e julga qualquer um como incapaz, sem pensar na espécie humana como um todo. Apenas quem ela gosta vai para o céu! (alguém já ouviu algo parecido?)

A teoria aqui é: alguns tem a chance de evoluir, mas optam por não fazê-lo! Pergunte às pessoas que você conhece (tente uma amostra variada de pessoas) – para que elas acordam de manhã. Arrisco algumas respostas. (Já fiz minha pesquisa).

  • Ganhar dinheiro. Ganha disparado das outras respostas.
  • Ganhar dinheiro e gastar com o que quiser. Essa resposta tem muitas variáveis: pagar dívidas; gastar com despesas pessoais e da família; torrar na balada; alguns poucos, gastar com estudos e uma amostra ínfima, gastar com viagens.
  • Curtir a vida. Passeios, amigos, bebidas, outras formas de vícios, curtir, sabe como é…
  • Cumprir uma missão. Os mais velhos usam mais essa resposta já que, acredito eu, bate uma angústia de ter feito os 3 itens anteriores e achar que não fizeram nada na verdade. Nessa resposta, entram: criar filhos, comprar imóveis, guardar dinheiro, estudar, graduar-se em algo, aposentar-se após muitos anos de labuta.
  • EVOLUIR. Sinceridade, conheci UMA pessoa que respondeu: “eu saio da cama todo dia para evoluir mais um pouco com as experiências que virão durante o dia.” Ele era Budista, não vale…. 😦

A diferença entre os seres é diretamente ligada à vontade desses de crescer.

Mas, e seu eu não quiser crescer? Posso ser “Euzinho” até o fim? Pode! Fique tranquilo, simplesmente nada vai acontecer na sua vida, você nem precisa se preocupar, pois continuarás o “Euzinho” que és!

Evoluir é dolorido, cansa, machuca e queremos desistir a todo momento. Não é para todos.

Opa, não é para todos? Mas como assim? Somos todos iguais e nossa chances são todas iguais, certo? Certo. Entretanto uns vêm um monte de detritos de cavalo e dizem: “Oh, esse cheiro é horrível, vou para longe daqui!” enquanto outros dizem: “Conheço esse cheiro – onde está o cavalo?”

Todos temos muitas oportunidades de evoluir. Todos os dias, com ou sem dinheiro, no Brasil ou em New Delhi. Muitas chances de observar a vida e retirar dela experiências ricas e construtivas. Entretanto…

… passamos nosso tempo correndo atrás de dinheiro, de banalidades, de falsas amizades, de experiências vazias, de estar “fora” muito mais do que “dentro de nós mesmos” e essas seriam as chances desperdiçadas do Homem moderno.

Atos simples separam “gente de verdade” dos “outros”:

  • ajudar alguém a empurrar um carro na rua;
  • ouvir um amigo contar suas tristezas e permanecer, calado;
  • sorrir de manhã no elevador para alguém (essa é dura, entendo…)
  • dizer bom dia ao motorista e cobrador do ônibus;
  • cumprimentar um estranho de manhã na rua da sua casa.

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As diferenças eram para ser mais fáceis, mas muito mais fáceis de lidar!

Quando enxergamos apenas as nossas diferenças, elas se tornam enormes, dificílimas de digerir.

Se nos dirigimos ao outro com o olhar de “somos ‘molecularmente’ iguais”, a diferença é apenas o que enxergamos e não a realidade. A ciência já provou que o que vemos não é real! Agora é só pararmos de repetir o padrão milenar de que “gente de nariz grande é feia” e perceber a pessoa atrás do nariz, que pode ser alguém cheia de histórias para contar, engraçada, experiente, simpática e que você com certeza lamentaria de não ter conhecido por um mero e ridículo preconceito!

  • Faça das diferenças um prato exótico a ser experimentado.
  • Observe os preconceitos inerentes da sua família – eles não precisam ser seus.
  • Livre-se de antigas ideias sobre pobreza, pobrices, pobres, feiura, feiosos e passe a observar suas atitudes quando julga alguém.

Dizem que o Homem é o único animal capaz de pensar que está pensando.

Será?

Por que vivemos aqui e agora?

😊Maturando a existência😐

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Por que aqui e agora?

Fontes diferentes repassando a mesma ideia…

No início, desconfia-se. Ao se aprofundar nos fatos, percebe-se a veracidade das informações.

  • “É um grande privilégio estar neste momento, neste Planeta. Muitos seres gostariam de estar vivendo as experiências desse espaço/tempo.”

(CItando as fontes: http://bashar.org; http://heliocouto.com.br/; http://osho.com)

Daí, vem a pergunta inevitável – quem gostaria de viver num planeta onde os moradores fazem coisas odiosas? As pessoas desse orbe se matam por motivos mesquinhos; torturam os da própria espécie e de outras espécies; desrespeitam o planeta que lhes dá abrigo e comida; melhor parar por aqui! Quem gostaria de morar na Terra?

Aparentemente, vários seres de outros planetas.

A nossa diversidade e maneira difícil de viver, fez de nós um exemplo extremista de evolução! Ouvi numa palestra do Bashar – “Como vocês conseguem viver com tanta variedade de opiniões, linhas de pensamentos e credos? Essa capacidade de conviver é que deixa todos maravilhados e desejando viver a mesma experiência!”

Pensando nesse ponto de vista, realmente, somos os reis da variedade! De religião até hábitos alimentares, a gama de atividades diversas que fazemos é assombrosa! Junte um Nigeriano e um Sueco e observe as diferenças!

Crenças tendem a nos separar e por várias vezes brigamos para defender nosso ponto de vista. Totalmente desnecessário, como diz a E.F.! Muitas guerras ocorrem devido à pontos de vista diferentes.

Para quem está no meio do olho do furacão é difícil imaginar a vida sobre a perspectiva de “que legal, ali é bem difícil viver. Vamos para lá?” Quem, deliberadamente, viria para um campo de guerra “viver a experiência?” Pois então: há quem queira…

E, apesar de enxergarmos mais os aspectos negativos da nossa existência atual, há quem faça muitas coisas boas por aqui. E não só fazem para os mais próximos, mas perpetuam seus atos com bondade e desprendimento. Seria injusto citar apenas alguns grandes nomes da humanidade, pois muitos ficariam de fora, mas vou arriscar: Martin Luther King, Ghandi, Madre Tereza de Calcutá, Allan Kardec, Budha e os fundadores de religiões que foram exemplo de vidas vividas pelos outros – Moisés, Davi, Jesus, Mohammed. Muitos nomes a serem citados de pessoas que já se foram dessa vida e muitos mais que estão por aí ainda, praticando o bem e, pelo visto, impressionando os que estão de fora da brincadeira planetária!

É meus caros, está supervalorizada a vida na Terra.

Sugiro aproveitar mais, reclamar menos, observar mais, mentir menos. Se houver mesmo gente na fila para descer para cá, talvez estejamos desperdiçando uma vida neste aqui/agora.

Faça a diferença na vida de alguém. Deixe suas pegadas.

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Com respeito.

MN